Notícia - Força Sindical critica nova Taxa Selic: "Juros continuam galopantes"

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, decidiu no início da noite desta quarta-feira (19), aumentar a Taxa Selic em 1,00% p.p., passando para 14,25% a.a., maior patamar desde 2016.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, emitiu nota criticando a decisão. Para ele, mais uma vez, o Copom frustra os trabalhadores e se curva aos especuladore.

“É uma verdadeira “extorsão” aos brasileiros e ao setor produtivo.”

De acordo com o líder sindical, a nova alta compromete o desenvolvimento sustentável de setores estratégicos e restringe investimentos.

“Esse aumento irá prejudicar as campanhas salariais desse semestre, e irão, infelizmente, dificultar e encarecer a produção no Brasil”, alerta Miguel.

Sai presidente do BC, entra outro presidente, e os juros continuam galopantes

Mais uma vez o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central frustra os trabalhadores e se curva aos especuladores, aumentando 1 ponto percentual na taxa, já extorsiva, de 13,25%. Menos juros, mais comida no prato do povo!

Portanto, os tecnocratas do Banco Central aumentaram a Taxa Básica de Juros para 14,25%. É uma verdadeira “extorsão” aos brasileiros e ao setor produtivo. Infelizmente, a nova alta compromete o desenvolvimento sustentável de setores estratégicos e restringe investimentos.

Esse aumento irá prejudicar as campanhas salariais desse semestre, e irão, infelizmente, dificultar e encarecer a produção no Brasil.

Vale lembrar que as centrais sindicais brasileiras fizeram ontem, 18/03, uma grande manifestação em São Paulo (SP), visando sensibilizar a sociedade e os membros do governo para baixar a atual taxa de juros. Vamos continuar com mobilização e pressão para que ocorra uma drástica queda nas taxas de juros.

A atual política econômica está destoando dos anseios da classe trabalhadora. Elevar os juros nesse momento traz mais incertezas. A decisão trará efeitos negativos sobre a criação de empregos e renda. Os juros continuam proibitivos e o Brasil perde outra chance de apostar na produção, no consumo e na geração de empregos.

A redução dos juros é importante para o desenvolvimento e o crescimento do Brasil. É preciso melhorias na infraestrutura econômica e social do País, na educação e na saúde pública.

Vale destacar que juros altos sangram o País e inviabilizam o desenvolvimento. O pagamento de juros, por parte governo, consome e restringe consideravelmente as possibilidades de crescimento do País, bem como os investimentos em educação, saúde e infraestrutura, entre outros.

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical


Fonte:  Rádio Peão Brasil - 20/03/2025


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